terça-feira, 20 de novembro de 2018

A RECOMPENSA VIRÁ

     O trabalhador é digno de seu salário. Segundo a Bíblia, em tempos antigos, o pagamento do empregado ou jornaleiro não deveria pernoitar na casa do patrão, mas entregue diariamente. A jornada, ou jornal, era paga no final de cada dia, ao encerrar-se o expediente, nunca ao final de cada mês:
       "No seu dia lhe pagarás a sua diária, e o sol não se porá sobre isso; porquanto pobre é, e sua vida depende disso; para que não clame contra ti ao Senhor, e haja em ti pecado."
Deuteronômio 24:15; Levítico 19:13.
     Também lemos  nas Escrituras,  o exemplo do vinhateiro que contratou  diversos trabalhadores para a vinha,  admitindo-os em horários desiguais, ao longo do dia, os quais receberam igual valor no final do dia, ou seja, um denário. Mateus 20:1-16. Os últimos receberam primeiro.
     Também quanto ao Reino de Deus,  independentemente do tempo de conversão, a coroa da vida está reservada, aos que perseverarem até o fim, o que não  torna Deus injusto, porque, conforme prometeu, ninguém, entre os salvos, ficará sem o galardão da herança. Não foge do "combinado", mesmo que seja um convertido de última hora.
     Pela transgressão de Adão e Eva, a morte entrou no mundo e passou a ser o  salário, o pagamento pela jornada de iniquidade praticada pelo ímpio, que recusa o convite do Espírito Santo  à  conversão verdadeira, sendo contado entre os loucos que  se fecham ao senhorio de Jesus.
    Jesus é a pedra de esquina, principal,  da Igreja viva, eleita e preciosa,  rejeitada pelos edificadores que está firme e fundada em Sião, sobre o fundamento dos apóstolos e profetas. Difetentemente, falsos mestres e falsos profetas receberão a sua recompensa pelo mal praticado contra Deus:  "afastai de mim vós o que praticais a iniquidade...",  porém,  o Senhor livra da tentação os piedosos:
      "E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita. II Pedro 2:3. Sejamos firmes e sinceros na fé,  para não sermos confundidos.
      Existe um ponto de semelhança entre a Parábola do vinhateiro, com a do Filho Pródigo, no sentido de que o pai recebeu e honrou o filho que retorna, e o coloca no mesmo nível de aceitação e sentimento do filho que permaneceu ao seu lado, pois amava aos dois com a mesma medida!
E é assim que nós, revestidos de Cristo, somos um mesmo corpo, sem  acepção entre judeus, gregos ou gentios, escravos ou livres!
Gálatas 3:28
Dora Tavares Duarte.

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